Mujeres

Cambiar la política

En América Latina, las mujeres enfrentan desigualdades estructurales que limitan su participación política, especialmente en los ámbitos subnacionales. Barreras culturales, dinámicas partidarias excluyentes y el escrutinio constante dificultan su acceso al poder real, aunque existen oportunidades concretas para impulsar su liderazgo desde el territorio y las redes de sororidad.

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RCG Agencia De Investigacion Privada Para Bienes Y Soluciones De Gobierno

Donde hubo techos, paredes quedan: un análisis de la segregación vertical y horizontal en los ejecutivos subnacionales de Argentina

Un análisis de la composición de los gabinetes ejecutivos subnacionales argentinos revela que solo el 28% de los ministerios son encabezados por mujeres, y que quienes logran acceder a esos espacios de poder tienden a ser designadas en carteras feminizadas como Educación, Salud y Desarrollo Social, perpetuando estereotipos de género dentro del propio Estado.

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MISOGINIA EN LAS ELECCIONES BRASILEÑAS: la construcción del concepto de violencia política de género en las campañas electorales

Un estudio de caso de las elecciones municipales brasileñas de 2020 analiza la violencia política de género sufrida por la candidata a la Alcaldía de Río de Janeiro Martha Rocha, pionero en la Justicia Electoral al construir doctrinariamente el concepto de violencia política de género como todo acto que busca excluir a la mujer del espacio político o restringir su acceso al mismo.

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Os Protocolos Sanitários nas eleições gerais do Chile em 2021

A CAOESTE e a Transparência Eleitoral organizaram uma Missão Internacional de Observação Electoral para as eleições gerais do Chile em novembro de 2021. A delegação, composta por brasileiros, mexicanos, argentinos e chilenos, confirmou a normalidade institucional do processo eleitoral, realizado com rigorosos protocolos sanitários em um contexto de polarização política e processo constituinte.

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A participação da mulher na política sob o olhar do processo democratizante do chile.

O Chile vivenciou entre 2021 e 2022 um intenso ciclo democrático, incluindo um processo constituinte histórico com paridade de gênero garantida pela lei. Pela primeira vez, uma Constituição foi redigida com igual proporção de homens e mulheres, resultado de décadas de luta pelo reconhecimento dos direitos políticos femininos no país.

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Constituição chilena: o processo constituinte de 2021.

A Missão de Observação Internacional da CAOESTE nas eleições chilenas de 2021 analisou o processo constituinte iniciado após os levantes populares de 2019, concluindo que a Convenção Constituinte convocada por plebiscito não exerce um poder constituinte originário, mas sim um poder derivado de ampla revisão, sujeito a limites materiais e controle jurisdicional da Suprema Corte.

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Democracia digital: revolução tecnológica e seus reflexos nas eleições.

As eleições chilenas de 2021 evidenciaram como a revolução digital e os algoritmos das grandes plataformas tecnológicas influenciam os processos democráticos, levantando questões sobre regulamentação, transparência e os riscos de manipulação eleitoral pelo uso do Big Data em um contexto de crescente desconfiança nas instituições políticas.

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O Chile pós-estalidos sociales: repensando os direitos políticos para salvar a democracia

As eleições chilenas de 2021 revelaram os dilemas das democracias contemporâneas diante da modernidade líquida, expondo o esgotamento dos modelos representativos tradicionais, a polarização política e a emergência de uma nova cidadania que exige participação além do voto periódico, com lições relevantes para outras democracias da região.

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